Autor: Matthew Quick | Editora: Intrínseca | Páginas: 222
Matthew Quick se tornou um dos meus autores favoritos primeiramente por ser o autor do primeiro livro MEU que eu li (O Lado Bom da Vida) e que eu realmente gostei, mas depois que eu li Perdão, Leornard Peacock, não tive dúvidas de que Matthew era um dos meus autores favoritos.
Leonard Peacock é um garoto que está planejando usar a pistola nazista P-38 que era do seu avô, para assassinar seu ex-melhor amigo e depois se matar no dia de seu aniversário de 18 anos. Nem mesmo sua mãe, Linda, lembra do aniversário de Leonard, pois está mais preocupada com sua carreira de estilista, e foi por isso que deixou o filho morando sozinho para morar em Manhattan.
Além da P-38, Leonard também tem quatro embrulhos para entregar a seus amigos, como forma de lembrança, e para que eles não se sintam culpados do que está prestes a acontecer. Entre eles está o velho Walt, seu vizinho; Baback, um garoto que estuda na mesma escola que ele e que toca violino como ninguém; Lauren, a garota cristã que entrega panfletos religiosos no trem e que ele gosta; e Herr Silverman, professor de alemão que agora está ensinando à turma sobre o Holocausto.
O modo como o autor escreveu o livro, pra mim, foi excelente, que utilizou de textos explicativos para o leitor não se perder durante a leitura, e as cartas do futuro, que foram essenciais para Leonard. A história é contada aos poucos, mas não é algo que incomode, porque Leonard usa do sarcasmo e da ironia na medida certa, e um pouco de mistério que deixa a leitura mais interessante.
A história é realmente brilhante, com alguns momentos tristes e outros divertidos, mas não é nada muito leve, pois encara fatos ruins e profundos de um adolescente, e que mesmo sendo um personagem fictício, é algo bem presente nos dias de hoje, com casos até piores, mas mesmo assim, a mensagem que o livro deixa é bem interessante, porque nos faz refletir de que apesar de todas as dificuldades, se tivermos força e coragem, conseguimos enfrentá-los e chegar no futuro que tanto desejamos.
A história é realmente brilhante, com alguns momentos tristes e outros divertidos, mas não é nada muito leve, pois encara fatos ruins e profundos de um adolescente, e que mesmo sendo um personagem fictício, é algo bem presente nos dias de hoje, com casos até piores, mas mesmo assim, a mensagem que o livro deixa é bem interessante, porque nos faz refletir de que apesar de todas as dificuldades, se tivermos força e coragem, conseguimos enfrentá-los e chegar no futuro que tanto desejamos.

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