Autor: Matthew Quick | Editora: Intrínseca | Páginas: 254
O Lado Bom da Vida foi o
livro que me trouxe para o mundo da leitura, então não tem como ser menos especial. A grande repercussão que o livro e o filme estavam tendo foi uma das coisas que chamaram a minha atenção, no início do
ano passado. Confesso que a capa também foi um dos motivos pela compra,
que eu achei muito linda, né Jennifer? Na verdade, foi por influência de
amigos que eu decidi ler livros, que desde então eu odiava.
Pat Peoples acaba de sair do lugar ruim depois de vários meses preso lá, e passa a viver com apenas um objetivo, que é reconquistar sua esposa Nikki depois do tempo separados, mudando seus atos e passando a ver o lado bom da vida a partir daí. O que prejudica Pat na história é o fato de que seu pai, Patrick, não tem uma relação muito boa com ele.
Ainda com a memória em recuperação devido aos remédios, algo que Pat passa a fazer é ler os livros que Nikki gostava. Pat também se torna obcecado por exercícios físicos, a fim de ficar com um físico agradável para sua esposa. Seu pai é um fiel torcedor dos Eagles, time de futebol americano, e é através disso que Pat tenta melhorar a relação com ele, voltando a frequentar os jogos do time. Aos poucos, volta a viver uma vida “normal”, cada vez mais motivado a construir um final feliz para o seu próprio filme.
Pat volta a falar com seu amigo Ronnie, que em uma ocasião especial lhe apresenta sua cunhada Tiffany, que também sofre de problemas psicológicos e de uma forma estranha, se torna amiga dele. Tifanny é manipuladora, honesta ao ponto de causar desconforto e se irrita com extrema facilidade. Ao mesmo tempo, ela parece ser a única pessoa que entende Pat, o que faz com que o relacionamento que poderia parecer estranho, seja fácil e natural para eles.
Algo que me incomodou um pouco na história foram os jogos de futebol, em que uma boa parte da história é conduzida por este assunto, e que me deixou um pouco confuso por eu não entender nada sobre isso. Fora isso, pra mim o livro foi ótimo. O ritmo com que a história progride se tornou agradável, tudo bem detalhado, mas também não muito lento. Alguns odiaram, outros adoraram, mas isso vai de cada leitor. Eu super recomendo!
Pat Peoples acaba de sair do lugar ruim depois de vários meses preso lá, e passa a viver com apenas um objetivo, que é reconquistar sua esposa Nikki depois do tempo separados, mudando seus atos e passando a ver o lado bom da vida a partir daí. O que prejudica Pat na história é o fato de que seu pai, Patrick, não tem uma relação muito boa com ele.
Ainda com a memória em recuperação devido aos remédios, algo que Pat passa a fazer é ler os livros que Nikki gostava. Pat também se torna obcecado por exercícios físicos, a fim de ficar com um físico agradável para sua esposa. Seu pai é um fiel torcedor dos Eagles, time de futebol americano, e é através disso que Pat tenta melhorar a relação com ele, voltando a frequentar os jogos do time. Aos poucos, volta a viver uma vida “normal”, cada vez mais motivado a construir um final feliz para o seu próprio filme.
Pat volta a falar com seu amigo Ronnie, que em uma ocasião especial lhe apresenta sua cunhada Tiffany, que também sofre de problemas psicológicos e de uma forma estranha, se torna amiga dele. Tifanny é manipuladora, honesta ao ponto de causar desconforto e se irrita com extrema facilidade. Ao mesmo tempo, ela parece ser a única pessoa que entende Pat, o que faz com que o relacionamento que poderia parecer estranho, seja fácil e natural para eles.
Algo que me incomodou um pouco na história foram os jogos de futebol, em que uma boa parte da história é conduzida por este assunto, e que me deixou um pouco confuso por eu não entender nada sobre isso. Fora isso, pra mim o livro foi ótimo. O ritmo com que a história progride se tornou agradável, tudo bem detalhado, mas também não muito lento. Alguns odiaram, outros adoraram, mas isso vai de cada leitor. Eu super recomendo!

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